Curti a conexão com Crime e Castigo porque o filme retrata a culpa para o mundo das redes sociais, onde a punição deixou de ser apenas moral e virou também performática. O Charlie é um sujeito atormentado pela percepção pública do que pelo fato em si e isso mosta a ansiedade contemporânea de existir sob julgamento constante. Também achei interessante como seu texto evita transformar o passado da Emma em um debate superficial sobre violência escolar e usa isso como espelho das contradições humanas e afetivas. No fim, é isso, esse filme é uma crítica sobre relacionamentos, imagem e intimidade real, dessas que deixam uma estranheza...é aquela conversa desconfortável que continua na cabeça horas depois.
Adorei o texto e sua percepção sobre o final. Gosto de como ele reverbera e traz ao mesmo tempo esse incômodo e essa necessidade de falar sobre oq incomodou.
Curti a conexão com Crime e Castigo porque o filme retrata a culpa para o mundo das redes sociais, onde a punição deixou de ser apenas moral e virou também performática. O Charlie é um sujeito atormentado pela percepção pública do que pelo fato em si e isso mosta a ansiedade contemporânea de existir sob julgamento constante. Também achei interessante como seu texto evita transformar o passado da Emma em um debate superficial sobre violência escolar e usa isso como espelho das contradições humanas e afetivas. No fim, é isso, esse filme é uma crítica sobre relacionamentos, imagem e intimidade real, dessas que deixam uma estranheza...é aquela conversa desconfortável que continua na cabeça horas depois.
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Adorei o texto e sua percepção sobre o final. Gosto de como ele reverbera e traz ao mesmo tempo esse incômodo e essa necessidade de falar sobre oq incomodou.
É perfeito
Raskólnikov